<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3710725685210536301</id><updated>2012-02-03T04:33:34.444Z</updated><title type='text'>Biologia Pedro</title><subtitle type='html'>Blogger para Biologia 12º ano</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://biologiapc.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiapc.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Pedro Carvalho (Paolo Rodrigues)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>13</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3710725685210536301.post-8208978143328823006</id><published>2009-09-01T15:12:00.002+01:00</published><updated>2009-09-01T15:14:19.970+01:00</updated><title type='text'>Salvar Veneza</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.nationalgeographic.pt/fotos/ngmpt/art_1970666_1p.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 266px; height: 184px;" src="http://www.nationalgeographic.pt/fotos/ngmpt/art_1970666_1p.png" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;      &lt;span class="txtverdana11B"&gt;Em nenhum recanto de Itália existe uma crise mais bem emoldurada do que em Veneza. Não pertencendo à terra nem à água, mas tremeluzindo algures entre ambas, a cidade flutua como uma miragem no meio de uma lagoa situada no topo do Adriático. Durante séculos a fio, a cidade ameaçou desaparecer sob as ondas da acqua alta, as inexoravelmente regulares cheias causadas pela associação cúmplice entre a enchente do mar e o afundamento dos alicerces, mas esse é o menor dos seus problemas. &lt;/span&gt;      &lt;span class="txtverdana11I"&gt;Texto de Cathy Newman; Fotografias de Jodi Cobb&lt;/span&gt;      &lt;/p&gt;              Façam a pergunta ao presidente da câmara Massimo Cacciari, um professor de filosofia pensativo e enérgico, fluente em alemão, latim e grego antigo, tradutor da “Antígona”, de Sófocles, homem que eleva o nível do debate quase até à estratosfera. Questionado sobre o afundamento de Veneza, ele responde: “Ora, comprem botas.” Ou seja, quem quiser que calce as botas. As botas são boas para andar na água, mas inúteis contra a cheia que leva mais gente a torcer as mãos de desespero do que qualquer maré alta na lagoa: a cheia do turismo. Em 2007, havia 60 mil venezianos residentes. No mesmo ano, chegaram 21 milhões de turistas. Em Maio de 2008, por exemplo, num fim-de--semana, 80 mil turistas desceram sobre a cidade, como gafanhotos sobre os campos do Egipto. Os parques de estacionamento em Mestre, a zona continental do município onde se estaciona o automóvel e se apanha o autocarro ou o comboio até ao centro histórico, ficaram sobrelotados. Os turistas que conseguiram entrar em Veneza inundaram as ruas como cardumes, devorando pizzas e gelados e deixando atrás de si um rasto de papel e garrafas de plástico. La Serenissima (“a mais serena”), como Veneza é conhecida, é tudo menos isso. O mundo mergulha na requintadamente talhada pia baptismal da cidade, de guia de viagens na mão e com as fantasias emaladas juntamente com a escova de dentes e os sapatos robustos. Pluf! E lá se vão embora os venezianos. O turismo não é o único factor que contribui para a aceleração do êxodo, mas uma pergunta paira no ar: quem será o último veneziano a ficar na cidade? “Veneza é uma cidade encantadora”, afirmou o director de uma fundação cultural. Da sua janela, podíamos abarcar com o olhar toda a bacia de São Marcos, com a interminável frota de lanchas, gôndolas e vaporetti (os típicos autocarros aquáticos), e a própria praça, epicentro do turismo veneziano. “Na verdade, é um enorme teatro. Quem tiver dinheiro pode alugar um apartamento num palácio do século XVII com criados e fingir queéum aristocrata.” Por favor, aos vossos lugares. Nesta peça de teatro, Veneza desempenha um duplo papel. Existe Veneza, a cidade onde vivem pessoas, e Veneza, a cidade visitada pelos turistas. A luminotecnia, os cenários e os figurinos são belos, mas o enredo é confuso e tem um fim incerto. Uma coisa é certa: todos estão desesperadamente apaixonados pela personagem principal. “A beleza é difícil”, afirmou o presidente da câmara como se falasse perante um seminário de pós-graduação em estética, esquecendo-se que estava a responder a uma pergunta sobre política municipal. Citou Ezra Pound (o poeta americano que está sepultado em Veneza), que, por sua vez, citara a frase de Aubrey Beardsley a William Butler Yeats, numa espécie de jogo literário indirecto. Ser indirecto é tão veneziano como as curvas do Grande Canal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;http://www.nationalgeographic.pt/articulo.jsp?id=1970666&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3710725685210536301-8208978143328823006?l=biologiapc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://biologiapc.blogspot.com/feeds/8208978143328823006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3710725685210536301&amp;postID=8208978143328823006' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/8208978143328823006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/8208978143328823006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiapc.blogspot.com/2009/09/salvar-veneza.html' title='Salvar Veneza'/><author><name>Pedro Carvalho (Paolo Rodrigues)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3710725685210536301.post-8953456580648938066</id><published>2009-09-01T15:09:00.001+01:00</published><updated>2009-09-01T15:11:17.786+01:00</updated><title type='text'>A Condição Humana</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.nationalgeographic.pt/fotos/ngmpt/art_1591090_1p.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 266px; height: 184px;" src="http://www.nationalgeographic.pt/fotos/ngmpt/art_1591090_1p.png" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="txtverdana11B"&gt;A Ásia lidera a urbanização acelerada.&lt;br /&gt;Pela primeira vez na história, metade dos seres humanos vive em cidades e o ritmo da urbanização continua a crescer.&lt;br /&gt;Este é o milénio das cidades. Em 2008, pela primeira vez de acordo com os cálculos demográficos, a maioria da população mundial, de 6,6 mil milhões de habitantes, vive em aglomerados urbanos e não em zonas rurais. Esta tendência deverá manter-se durante décadas, com a concentração nos centros urbanos da quase totalidade do crescimento demográfico esperado de 1,5 mil milhões de habitantes até 2030.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lentamente, a humanidade deslocou-se do campo para a cidade desde então. Todavia, o que foi outrora um fio de água converteu-se numa torrente. Só na China, o fluxo migratório poderá cifrar-se em 200 milhões de pessoas. A população urbana mundial duplicou desde 1950, e grande parte dessa explosão ocorreu em cidades próximas do mar. A sedução das áreas urbanas é clara: elas prometem oportunidades de emprego e instrução, e, em regiões dilaceradas pela guerra, estabilidade. Porém, quando a população excede a capacidade das infra-estruturas e as oportunidades disponíveis, a vida citadina torna-se amarga. Um terço dos habitantes urbanos vive em bairros de lata ou em habitações degradadas, sem acesso a água potável, saneamento e outras infra-estruturas. As megalópoles, com populações superiores a dez milhões de habitantes, tornaram-se um símbolo da nossa era urbana. As maiores continuam a expandir-se, mas apenas um quarto da população urbana mundial vive em cidades com mais de cinco milhões de habitantes. O crescimento mais forte regista--se no núcleo das cidades com menos de 500 mil habitantes, onde se concentra mais de metade da população urbana. O que se segue é uma incógnita. Talvez as cidades fujam ao controlo, sobrecarregando cada vez mais as populações e o ambiente; talvez o crescimento abrande e a população urbana diminua. O futuro do mundo permanece nebuloso, mas é certo que ele depende do destino das suas cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;http://www.nationalgeographic.pt/articulo.jsp?id=1591090&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3710725685210536301-8953456580648938066?l=biologiapc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://biologiapc.blogspot.com/feeds/8953456580648938066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3710725685210536301&amp;postID=8953456580648938066' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/8953456580648938066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/8953456580648938066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiapc.blogspot.com/2009/09/condicao-humana.html' title='A Condição Humana'/><author><name>Pedro Carvalho (Paolo Rodrigues)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3710725685210536301.post-1537095230229894757</id><published>2009-09-01T15:04:00.001+01:00</published><updated>2009-09-01T15:06:51.876+01:00</updated><title type='text'>Aquecimento global</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.nationalgeographic.pt/fotos/ngmpt/art_1212437_1p.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 266px; height: 184px;" src="http://www.nationalgeographic.pt/fotos/ngmpt/art_1212437_1p.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;      &lt;span class="txtverdana11B"&gt;O aquecimento global pode parecer demasiado distante, ou demasiado incerto, para com ele nos preocuparmos – semelhante a qualquer previsão feita pelas mesmas técnicas informáticas que muitas vezes nem conseguem acertar no boletim meteorológico da semana seguinte. Mas que a Terra está a aquecer, isso é um facto. Resta saber quanto desse aquecimento se deve ao Homem? &lt;/span&gt;      &lt;span class="txtverdana11I"&gt;Texto de Tim Appenzeller e Dennis R. Dimick; Fotografias de Peter Essick&lt;/span&gt;      &lt;/p&gt;              &lt;p&gt;Num dia gelado de Inverno, uma pessoa até pode pensar que uns grauzitos de aquecimento nem seriam má ideia de todo. E que ninguém tenha dúvidas: os avisos sobre as alterações climáticas podem soar como uma táctica de amedrontamento por parte dos ambientalistas, com o fito de nos forçarem a abandonar os nossos carros e a manietar o nosso estilo de vida. Reflexões que nos sossegam, talvez. No entanto, se ler “Sinais Geológicos” verá que a Terra nos transmite notícias perturbadoras. Do Alasca aos picos suíços, no momento em que falamos, o mundo está a aquecer. Em termos globais, a temperatura elevou-se 0,6° C ao longo dos últimos cem anos, mas os lugares mais frios e mais longínquos aqueceram muito mais. Os resultados não são de alegrar: o gelo derrete, há rios com o leito seco e a erosão flagela as orlas costeiras. A flora e a fauna ressentem-se também do calor, como poderá ler em “Sinais Ecológicos”. Isto não são previsões, mas factos observáveis. Calma aí, dizem alguns cépticos. Sabe-se bem que o clima é inconstante: há mil anos, a Europa era mais quente e cultivava-se a vinha em Inglaterra e há 400 o clima esfriou e o Tamisa congelou várias vezes. Não será que o aquecimento actualmente em marcha poderá ser apenas mais um capricho da natureza, uma coisa passageira? Não contem com isso, dizem os especialistas em assuntos climáticos. É verdade que os ritmos naturais do clima podem explicar alguns dos sinais de aquecimento referidos. Mas a febre que nos afecta à escala planetária tem outra origem. É quase certo que a actividade desenvolvida pelas sociedades humanas foi responsável pelo aquecimento registado ao longo do século que passou, como se pode ler no relatório fundamental apresentado em 2001 pelo Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC), das Nações Unidas. As temperaturas globais estão a subir mais rapidamente do que em qualquer outra época dos últimos mil anos e os modelos climáticos demonstram que as forças da natureza – por exemplo, erupções vulcânicas e o ciclo de manchas solares – não bastam para explicar todo o aquecimento observado. Enquanto o CO2 continuar a subir, o mesmo sucederá ao mercúrio – mais 1,5º C a 5,5º C até ao final do século, segundo as previsões do IPCC. Mas o aquecimento poderá não ser progressivo. Os registos do clima da antiguidade descritos em “Sinais Temporais” indicam que o planeta possui um termóstato que funciona aos solavancos. Alguns peritos temem que o aumento da temperatura actualmente verificado possa acelerar, desencadeando um desequilíbrio climático devastador. Continuar a perturbar o ciclo natural do planeta não é coisa sensata.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;http://www.nationalgeographic.pt/articulo.jsp?id=1212437&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3710725685210536301-1537095230229894757?l=biologiapc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://biologiapc.blogspot.com/feeds/1537095230229894757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3710725685210536301&amp;postID=1537095230229894757' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/1537095230229894757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/1537095230229894757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiapc.blogspot.com/2009/09/aquecimento-global.html' title='Aquecimento global'/><author><name>Pedro Carvalho (Paolo Rodrigues)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3710725685210536301.post-6336496470452085456</id><published>2009-09-01T14:55:00.002+01:00</published><updated>2009-09-01T14:58:35.203+01:00</updated><title type='text'>Baleias-de-bossa: o que fazem elas lá em baixo?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.nationalgeographic.pt/fotos/ngmpt/art_1235694_1p.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 266px; height: 184px;" src="http://www.nationalgeographic.pt/fotos/ngmpt/art_1235694_1p.png" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;      &lt;span class="txtverdana11B"&gt;Lembram-sede quando os maiores animais do mundo pareciam correr risco de extinção? Esse foi o cenário das décadas de 1960 e 1970, quando a caça comercial fez descer de tal forma o número de efectivos de muitas espécies das baleias de grande porte que o mundo temeu mesmo a perda destas maravilhas naturais. &lt;/span&gt;      &lt;span class="txtverdana11I"&gt; Texto de Douglas Chadwick; Fotografias de Flip Nicklin&lt;/span&gt;      &lt;/p&gt;              &lt;p&gt;Isso não aconteceu. Quem hoje visitar, durante o Inverno, o canal Auau, situado entre as ilhas hawaianas de Maui e Lanai, verá um oceano repleto de titãs. Com um peso que pode superar as 40 toneladas, as baleias-de-bossa emergem e esguicham por toda a parte, rebolando em movimentos espiralados e batendo na superfície da água com as barbatanas ou com a cauda. Dão saltos em que a barbatana caudal quase emerge por completo para fora de água e deixam-se cair com um CA-BUM! que ecoa ao longo de quilómetros. Depois da quebra das suas populações, em todo o mundo, as baleias-de-bossa começaram a recuperar após a imposição da moratória internacional à sua caça na década de 1960. Actualmente, o mais exaustivo estudo sobre baleias-de-bossa já realizado, denominado SPLASH, está quase terminado. Ao longo de três anos, procedeu-se ao recenseamento destes animais, e especula-se que poderá vir a ser anunciada uma estimativa populacional superior a dez mil só no Pacífico Norte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;http://www.nationalgeographic.pt/articulo.jsp?id=1235694&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3710725685210536301-6336496470452085456?l=biologiapc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://biologiapc.blogspot.com/feeds/6336496470452085456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3710725685210536301&amp;postID=6336496470452085456' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/6336496470452085456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/6336496470452085456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiapc.blogspot.com/2009/09/baleias-de-bossa-o-que-fazem-elas-la-em.html' title='Baleias-de-bossa: o que fazem elas lá em baixo?'/><author><name>Pedro Carvalho (Paolo Rodrigues)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3710725685210536301.post-4919100420338734013</id><published>2009-09-01T14:52:00.003+01:00</published><updated>2009-09-01T14:59:56.149+01:00</updated><title type='text'>Mentes Brilhantes</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.nationalgeographic.pt/fotos/ngmpt/art_1539248_1p.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 266px; height: 184px;" src="http://www.nationalgeographic.pt/fotos/ngmpt/art_1539248_1p.png" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;      &lt;span class="txtverdana11B"&gt;Os animais são mais inteligentes do que pensamos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;      &lt;span class="txtverdana11I"&gt;Texto de Virginia Morell Fotografias de Vincent J. Musi&lt;/span&gt;      &lt;/p&gt;              &lt;p&gt;Em 1977, Irene Pepperberg, recém-licenciada na Universidade de Harvard, iniciou um projecto arrojado. Numa época em que se consideravam os animais como autómatos, ela procurou descobrir o que se passava na mente de um animal de outra espécie, conversando com ele. Levou para o laboratório um papagaio cinzento africano chamado Alex, então com um ano, e ensinou--o a reproduzir os sons da língua inglesa. “Pensei que se ele aprendesse a comunicar, eu poderia fazer-lhe perguntas sobre a maneira como ele via o mundo.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;http://www.nationalgeographic.pt/articulo.jsp?id=1539248&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3710725685210536301-4919100420338734013?l=biologiapc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://biologiapc.blogspot.com/feeds/4919100420338734013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3710725685210536301&amp;postID=4919100420338734013' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/4919100420338734013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/4919100420338734013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiapc.blogspot.com/2009/09/os-animais-sao-mais-inteligentes-do-que.html' title='Mentes Brilhantes'/><author><name>Pedro Carvalho (Paolo Rodrigues)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3710725685210536301.post-4955751001958658803</id><published>2009-09-01T14:48:00.000+01:00</published><updated>2009-09-01T14:51:52.182+01:00</updated><title type='text'>Nudibrânquios caçadores de caravelas-portuguesas tóxicas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.nationalgeographic.pt/fotos/ngmpt/art_1445997_1p.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 266px; height: 184px;" src="http://www.nationalgeographic.pt/fotos/ngmpt/art_1445997_1p.png" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;      &lt;span class="txtverdana11B"&gt;Do tamanho de uma unha, este nudibrânquio caça caravelas-portuguesas tóxicas, apropriando-se das células venenosas da presa para sua defesa. Camuflado de azul e prateado, foi capturado no Hawai, mas vagueia por mares temperados de todo o mundo. &lt;/span&gt;      &lt;span class="txtverdana11I"&gt;Fotografias de David Liittschwager&lt;/span&gt;      &lt;/p&gt;              O pequeno é belo”, disse o economista E. F. Schumacher. É uma perspectiva sensata num planeta onde a maioria dos organismos são concebidos a uma escala ínfima. Uma concha de sopa cheia de água do mar pode revelar uma complexa mistura de minúsculos nadadores independentes e vagabundos que obscurecem a coluna de água. Muitos são microscópicos. Outros seriam visíveis se não fossem quase transparentes. Criaturas gelatinosas mudam de forma enquanto viajam preguiçosamente nas correntes. Formas familiares em miniatura correm livremente. As suas vidas são precárias. Algumas encontram-se dentro de conchas ou exsudam toxinas contra predadores; outras só se tornam activas após anoitecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;http://www.nationalgeographic.pt/articulo.jsp?id=1445997&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3710725685210536301-4955751001958658803?l=biologiapc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://biologiapc.blogspot.com/feeds/4955751001958658803/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3710725685210536301&amp;postID=4955751001958658803' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/4955751001958658803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/4955751001958658803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiapc.blogspot.com/2009/09/nudibranquios-cacadores-de-caravelas.html' title='Nudibrânquios caçadores de caravelas-portuguesas tóxicas'/><author><name>Pedro Carvalho (Paolo Rodrigues)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3710725685210536301.post-6078880507503613910</id><published>2009-09-01T14:43:00.002+01:00</published><updated>2009-09-01T15:20:24.714+01:00</updated><title type='text'>Células estaminais</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:0GqWFZ7FMrrrAM:http://anomalias.weblog.com.pt/arquivo/embriaoFoto%2520EPARBM.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 280px; height: 215px;" src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:0GqWFZ7FMrrrAM:http://anomalias.weblog.com.pt/arquivo/embriaoFoto%2520EPARBM.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;      &lt;span class="txtverdana11B"&gt;As células estaminais podem marcar o início de uma nova era da medicina, curando doenças mortais com tecidos e órgãos feitos à medida. Para já, porém, os limites da ciência e da política dividem a opinião pública. &lt;/span&gt;      &lt;span class="txtverdana11I"&gt;Texto de Rick Weiss; Fotografias de Max Aguilera-Hellweg&lt;/span&gt;      &lt;/p&gt;              Uma célula transforma-se em duas e duas células em quatro. As células multiplicam-se e formam uma estrutura composta por muitas células, uma esfera tremeluzente de potencial humano. Há muito que os cientistas sonham em colher essas células de um jovem embrião humano para que, em condições de esterilidade, reproduzam o milagre que acontece no útero: transformar-se nos cerca de 200 tipos de células que constituem o corpo humano. Células hepáticas. Células cerebrais. Pele, ossos e nervos. O sonho é iniciar uma revolução médica que permita reparar órgãos e tecidos doentes, não por meio de dispositivos rudimentares (como as bombas de insulina e as articulações de titânio), mas com substitutos vivos, à medida do doente. É o começo de uma nova era da medicina regenerativa, um dos santos graais da biologia moderna. Contudo, as revoluções geram quase sempre grande entropia. Em Novembro de 1998, quando James Thomson, um cientista da Universidade de Wisconsin, informou ter colhido com êxito células de embriões excedentários disponíveis em clínicas de fertilidade e criado a primeira linha de células estaminais embrionárias humanas, ele e os outros cientistas desencadearam uma controvérsia inesperada. Em circunstâncias normais, uma descoberta como esta teria desencadeado uma importante linha de investigação. Porém, sucedeu o contrário, pois a descoberta foi envolvida nos meandros, por vezes turbulentos, da religião e da política. Algumas pessoas consideram os embriões como membros vulneráveis da sociedade, detentores de direitos, e acreditam que a colheita de células a partir de embriões é semelhante ao canibalismo. Chamam a atenção para um admirável mundo novo de “quintas de embriões” e “fábricas de clonagem” para o cultivo de componentes humanos. Defendem igualmente que os cientistas podem chegar aos mesmos resultados utilizando células estaminais adultas (células imaturas presentes na medula óssea e noutros órgãos dos seres humanos adultos, bem como no cordão umbilical deitado fora à nascença). Os defensores contrapõem que as células estaminais adultas, embora úteis no tratamento de algumas doenças, não provaram ainda ter capacidade para produzir todo o tipo de células geradas pelas células estaminais embrionárias. Realçam que os criopreservadores das clínicas de fertilidade estão repletos de milhares de embriões supérfluos destinados a serem destruídos. Todos esses embriões são mais pequenos do que o ponto final desta frase. Não possuem características individuais, nem traços de um sistema nervoso. Se os pais concordarem em doá-los, dizem os apoiantes, falta de ética seria não os utilizar na investigação pela cura das doenças. Poucos criticam as potencialidades terapêuticas das células estaminais embrionárias. Veja-se a doença cardíaca, principal causa de morte nos EUA. É possível induzir a diferenciação de células do músculo cardíaco a partir de células estaminais embrionárias que, mesmo em caixas de Petri, se agrupam e pulsam em uníssono assustador. Quando injectadas em ratos e porcos com doenças cardíacas, essas células produzidas em laboratório substituem as células danificadas ou mortas, diminuindo os sintomas de doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;http://www.nationalgeographic.pt/articulo.jsp?id=1211018&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3710725685210536301-6078880507503613910?l=biologiapc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://biologiapc.blogspot.com/feeds/6078880507503613910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3710725685210536301&amp;postID=6078880507503613910' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/6078880507503613910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/6078880507503613910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiapc.blogspot.com/2009/09/celulas-estaminais.html' title='Células estaminais'/><author><name>Pedro Carvalho (Paolo Rodrigues)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3710725685210536301.post-4388293628365017689</id><published>2008-05-26T20:33:00.004+01:00</published><updated>2008-05-26T20:47:36.078+01:00</updated><title type='text'>Animais sobrevivem à radiação na área de Chernobyl</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/worldservice/images/2006/04/20060424190051_41577128_horse203.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 201px; CURSOR: hand" height="340" alt="" src="http://www.bbc.co.uk/worldservice/images/2006/04/20060424190051_41577128_horse203.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;A zona de exclusão ao redor da central nuclear de Chernobyl transformou-se em um santuário ecológico, apesar de ser uma das áreas mais contaminadas do mundo.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Todas as pessoas foram evacuadas há 20 anos, deixando toda a área só para os animais, que se multiplicaram. Espécies que não eram vistas havia décadas, como o lince e a coruja gigante, começaram a retornar.&lt;br /&gt;Até mesmo surpreendentes pegadas de ursos, animais que não eram vistos na Ucrânia havia séculos, foram encontradas na região.&lt;br /&gt;"Parece que os animais não sentem os efeitos da radiação e ocupam a área, independentemente dos níveis de radioatividade", diz o ecologista Sergey Gaschak.&lt;br /&gt;"Várias aves estão fazendo ninhos dentro do 'sarcófago', diz ele, se referindo à estrutura de aço e concreto que foi construída ao redor do reactor para conter a radiação, após a explosão em 1986.&lt;br /&gt;"Estorninhos, pombos, andorinhas, rabiruivos – eu vi ninhos e encontrei ovos dessas espécies."&lt;br /&gt;Pode haver plutônio na região, mas não há pesticidas, indústrias ou tráfego. E os pântanos não estão mais sendo drenados.&lt;br /&gt;Com exceção do reaparecimento do seu predador, o lobo, não há nada para perturbar a procriação do javali selvagem. A população do animal teria aumentado em oito vezes nos dois anos seguintes à explosão. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Impróprio para comer&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A situação não foi assim tão rósea nas semanas seguintes ao acidente no reactor de Chernobyl, quando os níveis de radiação eram muito mais elevados.&lt;br /&gt;Quatro km da floresta de pinheiros vizinha à central ganharam uma cor marrom-avermelhada, passando a ser conhecida como Floresta Vermelha.&lt;br /&gt;Alguns animais nas áreas mais atingidas também morreram ou simplesmente pararam de se reproduzir.&lt;br /&gt;Embriões de ratos simplesmente se dissolveram, enquanto cavalos deixados em uma área de 6km da central morreram quando suas glândulas tireóides se desintegraram.&lt;br /&gt;O gado na mesma área também foi fortemente afetado nas tireóides, mas a segunda geração desses animais nasceu surpreendentemente normal.&lt;br /&gt;Ainda é comum para os animais ter níveis altos de radiação que impedem que a sua carne seja consumida. Mas no resto, eles são saudáveis.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Adaptação&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Em Chernobyl, há uma distinção entre os animais que vivem em áreas limitadas, como ratos, e animais maiores, como alces, que entram e saem de áreas contaminadas.&lt;br /&gt;Os animais que vivem em áreas maiores têm índices menores de contaminação do que aqueles que ficam mais próximos à central.Mas há sinais de que as pobres criaturas afectadas pela radiação tenham desenvolvido uma notável capacidade de adaptação.&lt;br /&gt;Sergey Gaschak fez experiências com ratos na Floresta Vermelha – que está voltando a crescer, ainda que com árvores deformadas.&lt;br /&gt;"Marcamos animais e os recapturamos depois", explica. "Constatamos que os animais da área estão vivendo tanto quanto os de áreas normais."&lt;br /&gt;O próximo passo foi levar ratos normais para a floresta e fechá-los na Floresta Vermelha. "Eles não se sentiram muito bem", disse Gaschak. "A diferença entre os animais 'locais' e os outros ficou bastante evidente", diz.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mutação&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/worldservice/images/2006/04/20060424190057_41577124_elk203.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 204px; CURSOR: hand" height="200" alt="" src="http://www.bbc.co.uk/worldservice/images/2006/04/20060424190057_41577124_elk203.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Em toda a sua pesquisa, Gaschak encontrou somente um rato com sintomas de câncer.&lt;br /&gt;Ele encontrou amplos sinais de mutações genéticas, mas nada que afectasse a fisiologia dos animais ou sua capacidade de se reproduzir. "Nenhum bicho de duas cabeças."&lt;br /&gt;Mary Mycio, autora de Wormwood Forest, uma história da área de Chernobyl, conta que um animal mutante na natureza normalmente morre e é devorado antes que cientistas possam encontrá-lo.&lt;br /&gt;Em geral cientistas se preocupam mais com a população de uma espécie e não com animais específicos.&lt;br /&gt;Mas ela também argumenta que os benefícios de ter tirado a população da área superou muito qualquer problema criado pela radiação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No seu livro, Mary Mycio cita o ambientalista James Lovelock, que escreveu para o jornal inglês The Daily Telegraph, em 2001, sobre a "inesperada evolução" da vida animal da região.&lt;br /&gt;"Fico pensando que pequenos volumes de lixo nuclear vindos de centrais nucleares possam ser despejados em florestas tropicais e outros ecossistemas que precisem de uma vigilância contra a destruição de empreiteiros gananciosos", ele disse.&lt;br /&gt;Uma grande parte da região afectada pela radiação de Chernobyl, já em Belarus, foi oficialmente transformada numa reserva natural.&lt;br /&gt;Sergey Gaschak quer que a Ucrânia faça o mesmo e crie uma reserva nos 2,5 mil km² vizinhos à região.&lt;br /&gt;Ao contrário do Partido Verde Ucraniano, Gaschak não se incomoda se o governo levar adiante seus planos de construir um depósito profundo de lixo nuclear na área, com detritos de centrais de todo o país. Ele acredita que a coruja gigante não vai se importar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/04/060425_chernobylanimaiscrg.shtml"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/04/060425_chernobylanimaiscrg.shtml&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3710725685210536301-4388293628365017689?l=biologiapc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://biologiapc.blogspot.com/feeds/4388293628365017689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3710725685210536301&amp;postID=4388293628365017689' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/4388293628365017689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/4388293628365017689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiapc.blogspot.com/2008/05/animais-sobrevivem-radiao-na-rea-de.html' title='Animais sobrevivem à radiação na área de Chernobyl'/><author><name>Pedro Carvalho (Paolo Rodrigues)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3710725685210536301.post-2350690385919706473</id><published>2008-05-26T20:04:00.003+01:00</published><updated>2008-05-26T20:53:52.956+01:00</updated><title type='text'>Protetor solar causa infecções em corais, diz estudo</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/worldservice/images/2005/09/2005090515180120040403133321coralreef203.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 208px; CURSOR: hand" height="167" alt="" src="http://www.bbc.co.uk/worldservice/images/2005/09/2005090515180120040403133321coralreef203.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Resíduos de protector solar que ficam na água do mar são extremamente danosos aos corais, segundo um estudo publicado no Environmental Health Perspectives. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Segundo a pesquisa, os componentes químicos das loções que bloqueiam os raios ultravioleta solares provocam uma infecção viral que causa o branqueamento dos corais, uma condição que leva à morte do organismo.&lt;br /&gt;"Nós comparamos diferentes marcas, factores de protecção e níveis de concentração e todos os produtos causaram o branqueamento dos corais duros", escreveu Roberto Danovaro, da Universidade Politécnica de Marche, em Ancona, na Itália, que liderou o estudo. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;O estudo - realizado no México, Indonésia, Tailândia e Egito - mostrou que o dano pode ser causado mesmo por pequenas quantidades do produto.&lt;br /&gt;Segundo a equipe, 78 milhões de turistas visitam anualmente regiões onde há reservas de corais. Grande parte dos turistas - 90% - se concentra em 10% das áreas de corais. Um mergulho de 20 minutos já é suficiente para para deixar na água 25% dos componentes químicos dos protectores solares.&lt;br /&gt;"De acordo com essas estimativas, nós acreditamos que até 10% das reservas de corais do mundo estão ameaçadas pelo branqueamento causado pelos protectores solares", diz o estudo.&lt;br /&gt;Os pesquisadores fizeram um apelo para que leis ambientais limitem o contacto humano com corais em áreas onde outras ameaças ambientais, como uma crescente temperatura do mar, estejam presentes.&lt;br /&gt;"Nossos resultados oferecem provas fortes sobre o potencial impacto desses produtos em habitats tropicais e representam um dado que deve ser levado em conta ao se estabelecer medidas de proteção aos corais"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/05/080526_protetorcorais_mp.shtml"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/05/080526_protetorcorais_mp.shtml&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3710725685210536301-2350690385919706473?l=biologiapc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://biologiapc.blogspot.com/feeds/2350690385919706473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3710725685210536301&amp;postID=2350690385919706473' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/2350690385919706473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/2350690385919706473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiapc.blogspot.com/2008/05/protetor-solar-causa-infeces-em-corais.html' title='Protetor solar causa infecções em corais, diz estudo'/><author><name>Pedro Carvalho (Paolo Rodrigues)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3710725685210536301.post-1789515295400157027</id><published>2008-04-11T19:19:00.005+01:00</published><updated>2008-05-26T20:29:31.735+01:00</updated><title type='text'>Pílula antiarroto para vacas 'reduz' efeito estufa</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/worldservice/images/2006/12/20061228201637vacadentro203.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 198px; CURSOR: hand" height="155" alt="" src="http://www.bbc.co.uk/worldservice/images/2006/12/20061228201637vacadentro203.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Na luta contra o aquecimento global, o cientista Winfried Dochner, da Universidade de Hohenheim, na Alemanha, apresentou uma arma inusitada: pílulas antiarrotos para vacas.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O especialista alemão afirma que os arrotos dos ruminantes respondem por cerca de 4% das emissões de gás metano no planeta. E a tendência seria de crescimento, já que o consumo de carne está aumentando.&lt;br /&gt;"Não podemos evitar esse desenvolvimento. Mas com novos métodos, podemos reduzir a influência das vacas no efeito estufa para até 3%, e ainda economizaremos dinheiro", diz o especialista em nutrição animal Dochner.&lt;br /&gt;A solução que ele criou para o problema tem o tamanho de um punho fechado: uma superpílula batizada de "Bolus", composta de substâncias microbióticas que se dissolvem no estômago das vacas durante vários meses, ajudando na digestão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dieta&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Esse "remédio", aliado a uma rigorosa dieta com mais gorduras e com horas específicas de alimentação, diminuiria a produção de metano dos animais, segundo o estudioso.&lt;br /&gt;"Um animal que mastiga e digere continuamente melhora o aproveitamento de substâncias no seu próprio corpo. É como com as pessoas: mais refeições ao longo do dia são significativamente mais saudáveis para o corpo."&lt;br /&gt;O metano é produzido pelo processo químico de fermentação que resulta da ruminação das vacas e é formado pela combinação das moléculas d'água e de dióxido de carbono.&lt;br /&gt;Com a nova técnica, em vez de ser arrotado para fora pelos animais, ele seria usado pelo organismo das vacas para a produção de glicose.&lt;br /&gt;Com isso, o cientista alemão afirma que elas produziriam mais leite, o que as tornaria economicamente mais eficientes.&lt;br /&gt;Com a dieta e, principalmente a superpílula, a produção diária de metano seria diminuída consideravelmente, segundo Dochner. Ele diz ainda que&lt;br /&gt;O cientista ainda procura patrocinadores para a sua idéia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/03/070327_pilulaparavacaebc.shtml"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/03/070327_pilulaparavacaebc.shtml&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3710725685210536301-1789515295400157027?l=biologiapc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://biologiapc.blogspot.com/feeds/1789515295400157027/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3710725685210536301&amp;postID=1789515295400157027' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/1789515295400157027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/1789515295400157027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiapc.blogspot.com/2008/04/plula-antiarroto-para-vacas-reduz.html' title='Pílula antiarroto para vacas &apos;reduz&apos; efeito estufa'/><author><name>Pedro Carvalho (Paolo Rodrigues)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3710725685210536301.post-1922134507207957013</id><published>2008-04-09T19:30:00.001+01:00</published><updated>2008-05-26T20:30:01.956+01:00</updated><title type='text'>Fábrica alemã vai fazer etanol com sobras de queijo</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/worldservice/images/2007/07/20070717031326queijo203x152.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 222px; CURSOR: hand; HEIGHT: 166px" height="174" alt="" src="http://www.bbc.co.uk/worldservice/images/2007/07/20070717031326queijo203x152.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Uma fábrica de laticínios alemã vai aproveitar restos de queijo para produzir etanol. A empresa Müllermilch apresenta nesta quarta-feira as instalações de onde, a partir do fim do ano, deverão sair litros e mais litros de um derivado do leite até agora inusitado.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O combustível será feito de sobras de produção que antes eram jogadas fora.&lt;br /&gt;Os responsáveis pela companhia garantem que o método utilizado para produzir álcool a partir de laticínios é novidade internacional. “Desenvolvemos um processo único no mundo para gerar etanol do permeado do soro de leite”, afirma Stefan Müller, gerente-geral do grupo Theo Müller, proprietário da marca.&lt;br /&gt;A indústria vai, assim, reprocessar o soro produzido no processo de manufatura do queijo, convertendo em biocombustível o que antes ia parar no lixo.&lt;br /&gt;A usina está sendo construída nas instalações da empresa em Leppersdorf, no sudoeste da Alemanha, com investimento de cerca de 20 milhões de euros (aproximadamente R$ 51,5 milhões). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Negociações em andamento&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A unidade deverá gerar, anualmente, 10 milhões de litros de etanol, que serão vendidos a usinas de biocombustível dispostas a complementar seus estoques. As negociações com possíveis compradores ainda estão em andamento.&lt;br /&gt;A produção não é das maiores, mas tem rentabilidade garantida, diz Müller. “As sobras de queijo são, para nós, matéria-prima de custo praticamente nulo, o que nos torna bastante competitivos e também independentes dos preços do mercado de cereais”, afirma Müller, referindo-se ao fato de que a maior parte do etanol europeu é extraída de grãos.&lt;br /&gt;O etanol de leite é gerado a partir da fermentação do permeado do soro, substância que sobra do soro do queijo, depois que ele é separado de proteínas e lactose.&lt;br /&gt;Após a destilação, onde são extraídos água e minerais, o material se transforma em álcool já pronto para ser usado como combustível, com 99,8% de pureza.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vantagem&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a marca alemã de laticínios, o etanol de leite tem outra vantagem em relação ao álcool produzido tradicionalmente, a partir de vegetais, quando se leva em conta o impacto no meio ambiente.&lt;br /&gt;Embora a quantidade de gás carbônico liberada na fermentação da cana-de-açúcar, por exemplo, seja a mesma que a absorvida pela planta, a balança ambiental é desequilibrada pelo gasto de energia necessário no restante do processo de produção do combustível, diz Müller.&lt;br /&gt;“Já no nosso caso, não é preciso transformar a biomassa em produto rico em carboidratos. Além disso, empregamos em nossa fábrica grande parte do gás carbônico originado da fermentação”, afirma Müller.&lt;br /&gt;“O processo inteiro transcorre sob os máximos padrões de segurança, com total separação da produção de alimentos”, diz.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/07/070717_queijoetanol_md_ac.shtml"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/07/070717_queijoetanol_md_ac.shtml&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3710725685210536301-1922134507207957013?l=biologiapc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://biologiapc.blogspot.com/feeds/1922134507207957013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3710725685210536301&amp;postID=1922134507207957013' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/1922134507207957013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/1922134507207957013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiapc.blogspot.com/2008/04/fbrica-alem-vai-fazer-etanol-com-sobras.html' title='Fábrica alemã vai fazer etanol com sobras de queijo'/><author><name>Pedro Carvalho (Paolo Rodrigues)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3710725685210536301.post-1739617205592758382</id><published>2008-03-20T16:23:00.005Z</published><updated>2008-03-20T16:47:06.152Z</updated><title type='text'>"Cocktail do dia seguinte" para sexo sem protecções, jovens tomam remédios anti-VIH</title><content type='html'>&lt;a href="http://revistadasemana.abril.com.br/images/saude/cffca335-37e0-46a3-8f25-0a350e138c65.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://revistadasemana.abril.com.br/images/saude/cffca335-37e0-46a3-8f25-0a350e138c65.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Assim como a chamada pílula do dia seguinte é usada para evitar uma gravidez indesejada, existe o cocktail do dia seguinte contra a SIDA. O tratamento consiste em ingerir de dois a seis comprimidos, durante um mês, para prevenir a infecção. É indicado principalmente para mulheres estupradas(violadas) e médicos que estiveram em contato com sangue de pacientes contaminados. Agora outro público tem recorrido ao medicamento: jovens que fazem sexo casual sem preservativo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O cocktail anti-sida é usado durante toda a vida por pacientes com a doença. O HIV se aloja principalmente nos linfócitos CD4, células que comandam o sistema imunológico. Os remédios impedem a proliferação dos CD4 e devem ser tomados até 72 horas depois do contágio – depois desse período a multiplicação no intestino é rapidíssima.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Existe um risco ainda maior em relação ao cocktail: o de que seja usado como método preventivo, antes mesmo do sexo. Pesquisadores da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, ministraram o cocktail a ratos geneticamente modificados, com sistema imune idêntico ao humano. Depois submeteram as cobaias ao vírus. Nenhum foi infectado, diz a revista científica &lt;em&gt;PLoS Medicine.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não há, no entanto, garantia nenhuma do mesmo resultado em seres humanos. A principal arma contra o VIH ainda é a prevenção. “Infelizmente não vemos esperança em encontrar uma vacina contra a sida”, disse o biólogo &lt;em&gt;David Baltimore&lt;/em&gt;, presidente da Associação Americana para o Avanço da Ciência, na abertura da reunião anual da entidade, na semana passada, citado pela &lt;em&gt;BBC&lt;/em&gt;. O VIH encontra inúmeras maneiras de enganar o sistema imunológico. Mesmo sem muita perspectiva, garante &lt;em&gt;Baltimore&lt;/em&gt;, as pesquisas prosseguirão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://revistadasemana.abril.com.br/edicoes/26/saude/materia_saude_271709.shtml"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;http://revistadasemana.abril.com.br/edicoes/26/saude/materia_saude_271709.shtml&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3710725685210536301-1739617205592758382?l=biologiapc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://biologiapc.blogspot.com/feeds/1739617205592758382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3710725685210536301&amp;postID=1739617205592758382' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/1739617205592758382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/1739617205592758382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiapc.blogspot.com/2008/03/plula-do-dia-seguinte-para-sexo-sem.html' title='&quot;Cocktail do dia seguinte&quot; para sexo sem protecções, jovens tomam remédios anti-VIH'/><author><name>Pedro Carvalho (Paolo Rodrigues)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3710725685210536301.post-2773300735431014872</id><published>2008-03-11T19:47:00.001Z</published><updated>2008-03-11T19:49:33.985Z</updated><title type='text'>Estudo usa verme vivo para tratar e prevenir alergias</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/worldservice/images/2005/09/20050902102455050902_asma_203i.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.bbc.co.uk/worldservice/images/2005/09/20050902102455050902_asma_203i.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Cientistas irlandeses acreditam ter encontrado uma forma de prevenir e tratar alergias usando vermes parasitas.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Uma pesquisa apresentada no Festival de Ciência da Associação Britânica, em Dublin, mostra pela primeira vez que o uso de vermes vivos conseguiu curar asma em ratos.&lt;br /&gt;Segundo o autor da pesquisa, Padraic Fallon, do Trinity College de Dublin, o uso de vermes pode servir para induzir o sistema imunológico a se concentrar no combate a uma ameaça maior e deixar de lado as ameaças menores que provocam as reações alérgicas.&lt;br /&gt;A incidência de asma e de outras alergias aumentou quase três vezes nos últimos trinta anos em muitos países desenvolvidos.&lt;br /&gt;Os cientistas acreditam que isso pode ser resultado das mudanças significativas no estilo de vida, como a mudança do campo para as cidades e até mesmo a redução no tamanho das famílias.&lt;br /&gt;A lógica por trás dessa teoria é a de que as pessoas no mundo desenvolvido não estão mais expostas a elementos patogênicos como vírus e bactérias, então seus corpos reagem a outras ameaças menores.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sistema ocupado&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;"Nos países da África, por exemplo, o sistema imunológico [das pessoas] está muito ocupado lidando com os vermes para se ocupar em reagir aos ácaros. Em uma sociedade desenvolvida, o sistema imunológico está procurando coisas com as quais reagir", diz Fallon.&lt;br /&gt;Segundo ele, o sistema imunológico se desenvolveu para reagir a vermes, mas "de repente não existem mais vermes lá". "Então ácaros, amendoins ou qualquer coisa que provoque alergias ocupam o sistema imunológico, que então reage e provoca doenças", diz.&lt;br /&gt;Em seu estudo, Fallon deu aos ratos – que foram geneticamente modificados para desenvolver alergias facilmente – um verme de esquistossomose vivo. O parasita infecta cerca de 250 milhões de pessoas em todo o mundo.&lt;br /&gt;Como resultado da experiência, os ratos utilizados no estudo ficaram protegidos contra a asma.&lt;br /&gt;A pesquisa ainda está em um estágio inicial, mas a idéia de Fallon é extrair dos vermes as móleculas que provocam a resposta imunológica e utilizá-las para tratar ou prevenir doenças.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3710725685210536301-2773300735431014872?l=biologiapc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://biologiapc.blogspot.com/feeds/2773300735431014872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3710725685210536301&amp;postID=2773300735431014872' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/2773300735431014872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3710725685210536301/posts/default/2773300735431014872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiapc.blogspot.com/2008/03/estudo-usa-verme-vivo-para-tratar-e.html' title='Estudo usa verme vivo para tratar e prevenir alergias'/><author><name>Pedro Carvalho (Paolo Rodrigues)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
